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Carolina
O jardim começou a ser construído em outubro de 2007. Foram plantadas mudas de árvores que vieram junto com os primeiros japoneses a desembarcarem no Brasil. O espaço tem um toque brasileiro, pois também podem ser encontrados no local o Mogno, o Jacarandá e o Jamelão. Além disso, espécies orientais como o marreco-mandarim, o tadorna-tricolor e o cisne-branco completam o cenário que é verdadeiro convite à paz e ao descanso. O jardim se completa com a tradicional sukiya (pequena casa para a cerimônia do chá), onde somos convidados a participar da chanoyu, a cerimônia do chá. Mas, para chegar até lá, a gente precisa percorrer um caminho de pedras e ajardinado, o roji. É como se atravessássemos um túnel do tempo...
O projeto é assinado pelo paisagista japonês Haruho Ieda, residente no Brasil há 20 anos, e foi idealizado em comemoração ao centenário da imigração japonesa.
Segundo o presidente da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, Evandro Xavier, a expectativa é que um milhão de pessoas visitem anualmente o espaço. “O Jardim Japonês de Belo Horizonte celebra a amizade entre os povos e propicia ao povo belo-horizontino oportunidade de conhecer um pouco da cultura milenar deste país irmão. Além disso, o jardim chama a atenção para a necessidade de se preservar a biodiversidade do planeta”, afirma.
Bacana, não?
Endereço:
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 800 - Pampulha
Observações:
Funcionamento: terça a domingo, das 8h30 às 16h.
Ingressos: Terça-feira, entrada franca; quarta à sábado, R$ 1 por pessoa; domingos e feriados, R$ 2 por pessoa.
Espero que alguns de vocês possam ir conhecer mais esse espaço que a cidade oferece para seus habitantes. Vale a pena.
Beijos,
Pollyana