Pollyana, cadê aquele site que você ia colocar no blog ??
Beijos !
Julia Macholl Brant !
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Olá, Júlia!
Acho que você está querendo é o vídeo que mostra a comparação do tamanho dos astros celestes, um em relação ao outro, não?
O vídeo de que lhes falei é este. Observem apenas que, nele, Plutão ainda aparece como planeta, ok? Espero que vocês gostem.
Beijos,
Pollyana.
20 de agosto de 2008
Filme Prquenas Histórias
Olá, turminha!
Visitem o site do filme: é tão lindo quanto o próprio filme!

http://www.pequenashistorias.com.br/
Visitem o site do filme: é tão lindo quanto o próprio filme!

http://www.pequenashistorias.com.br/
Observatório Oswaldo Nery - Ceamig

O maior telescópio da cidade está à sua disposição. A lua, as constelações e os planetas poderão ser observados com mais nitidez através do telescópio newtoniano do observatório do Colégio Santo Agostinho.
O observatório fica no 13º andar da sede do Ceamig, que o administra conforme termos do convênio com o Colégio Santo Agostinho. Sob uma cúpula de 3 metros de diâmetro está instalado um telescópio newtoniano de 180 mm de abertura, sobre uma montagem equatorial com sistema de acompanhamento motorizado. Este telescópio é usado como apoio nos trabalhos práticos dos participantes dos cursos e workshops e para as observações do público visitante.
O céu em agosto
As mascotes das Olimpíadas de Pequim

O ursinho Misha (Moscou/1980) foi provavelmente a mais famosa; o cãozinho Cobi (Barcelona/1992) também fez algum sucesso. Mas desde então as mascotes dos Jogos Olímpicos não têm gozado do mesmo prestígio. Izzy (Atlanta/1996), Millie, Ollie, Syd (Sydney/2000), Athená e Phévos (Atenas/2004) passaram batidos, sem despertar muito interesse junto à criançada. Agora, Pequim quer mudar essa história.
No país mais populoso do mundo, mascote olímpica é o que não falta: são cinco delas, Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini. O quinteto é conhecido como Fuwa, "bonecos da sorte". Cada mascote tem a cor de um dos anéis olímpicos (verde, vermelho, preto, amarelo e azul, simbolizando os cinco continentes) e representam animais da fauna chinesa e elementos da natureza. Os nomes, formados por sílabas repetidas, são de fácil assimilação pelas crianças, e ainda trazem "escondida" uma mensagem de boas-vindas. Pronunciando-se as sílabas em seqüência, Bei Jing Huan Ying Ni, tem-se “Bem-vindos a Pequim”.
Saiba um pouco mais sobre essa turminha:


19 de agosto de 2008
18 de agosto de 2008
Aspectos da cultura brasileira
O Brasil é muito rico em suas manisfestações culturais devido a influência do índio,do branco e do negro.

Esta herança cultural está registrada nos: folguedos(bumba-meu-boi, maracatu, folia de reis, reisado, cavalhada), na culinária (acarajé, pato ao tucupí, churrasco, baião de dois), nas danças (frevo, forró, baião, coco), lendas (Iara, Boto, Cobra Grande, Saci), artesanato (cerâmica, palha, plumagem), religião (candomblé, umbanda, catimbó).

Esta herança cultural está registrada nos: folguedos(bumba-meu-boi, maracatu, folia de reis, reisado, cavalhada), na culinária (acarajé, pato ao tucupí, churrasco, baião de dois), nas danças (frevo, forró, baião, coco), lendas (Iara, Boto, Cobra Grande, Saci), artesanato (cerâmica, palha, plumagem), religião (candomblé, umbanda, catimbó).
Entre no site www.museudofolclore.com.br e clicke em acervo digital
Júlia Macholl Brant
Júlia Macholl Brant
Experimento
Duração: aproximadamente 30 minutos.
Objetivos
Proporcionar ao aluno condições de comparar a formação de fuligem durante a combustão da gasolina e do álcool e refletir sobre a contribuição de cada um como agente poluidor; discutir sobre as diversas fontes de energia e os problemas da queima incompleta dos combustíveis.
MATERIAS
- 2 lamparinas
- 1 pires de fundo branco
- 30 mL gasolina
- 30 mL álcool combustível
- 1 caixa de fósforos
PROCEDIMENTO
- Coloque álcool combustível em uma das lamparinas até aproximadamente 2 cm de altura.
- Enxugue bem com um papel absorvente qualquer quantidade de álcool que possa ter escorrido para fora da lamparina ou sobre a bancada.
- Acenda com cuidado a lamparina que contém álcool e coloque um pires branco sobre a chama lamparina – a uma distância de mais ou menos 5 cm. Após cerca de 5 segundos observe o fundo do pires.
- Apague a lamparina e anote suas observações na tabela de resultados.
- Repita o mesmo procedimento utilizando a outra lamparina, agora com gasolina.
Julia Macholl Brant
Contos Populares
É um relato oral e tradicional de contornos verossímeis e também ocorrendo dentro do maravilhoso e do sobrenatural. Pode mencionar fatos possíveis, como também referir-se a animais dotados de qualidades humanas e episódios com abstração histórico-geográfica. O conto é de importância capital como expressão da psicologia coletiva no quadro da literatura oral de um país. As suas diversas modalidades, os processos de transmissão, adaptação, narração, os auxílios da mímica, entonação, o nível intelectual do auditório, sua recepção, reação e projeção, determinam o valor supremo como um dos mais expressivos índices intelectuais populares. O conto ainda documenta a sobrevivência, o registro de usos, costumes e fórmulas jurídicas esquecidas no tempo. A moral de uma época distante continua imóvel no conto que ouvimos nos nossos dias.
Existem várias classificações dos contos populares. Uma das mais conhecidas é pelo método Aarne-Thompson, que os divide em três grandes grupos: Contos de animais, Estórias populares e Gracejos e anedotas. Preferimos, no entanto, adotar a classificação dada pelo folclorista Luís da Câmara Cascudo em seu Dicionário do folclore brasileiro, que é a seguinte:
Contos de encantamento
Estórias de fadas e duende, caracterizadas pelo sobrenatural e maravilhoso. São os Contos da Carochinha, Chapeuzinho Vermelho, Joãozinho e Maria, A Bela Adormecida, Branca de Neve, o Pequeno Polegar, Gata Borralheira, etc.
Contos de exemplo
São contos morais, sempre com ação doutrinária. Apresentam sempre casos edificantes.
Ex.: O filho do pescador, A menina vaidosa, O amor-perfeito, etc.
Contos de animais
São as fábulas, em que os animais são dados de qualidades, defeitos e sentimentos humanos. Ex.: O gavião e o urubu, A raposa e as uvas, O pulo do gato, etc.
Contos religiosos
Caracterizam-se pela presença ou interferência divina. Não se localiza, como a lenda.
Ex.: Jesus e os lavradores, Deus é bem bom, O chapéu do escrivão, etc.
Contos etiológicos
Explicam a origem de um aspecto, forma, hábito, disposição de um animal, vegetal.
Ex.: A maçarapeba ficou com a boca torta por ter zombado de Nossa Senhora; A festa no céu, que explica porque o casco do cágado é todo em pedaços; Os miosótis, que se tingiram com a cor dos olhos de Maria, Jesus e o tatu, etc.
Contos acumulativos
Também denominados “lengalenga”, são contos nos quais os episódios são sucessivamente encadeados, com ações e gestos que se articulam em longa seriação. São os “contos de nunca mais acabar”. Eles têm característica de uma longa parlenda, contada e recontada para divertir as crianças. Um exemplo é o que tem o título de “Papai comprou um cabrito por cinco mil réis”. Começa assim: Um cabrito, um cabrito que meu pai comprou por duas moedas. Conta depois, que veio o gato e comeu o cabrito, que veio o cão e mordeu o gato; assim até terminar e então diz: “Veio aquele que é santo e matou o anjo da morte, que matou o magarefe, que matou o boi, que bebeu a água, que apagou o fogo, que queimou o pau, que bateu no cão, que mordeu o gato, que comeu o cabrito”.
Neste estilo estão: A mosca na moça, O macaco e a espiga de trigo, Cadê o toicinho que estava aqui, etc.
Contos de adivinhação
Apresentam um enigma sob a forma de estória, resultante do processo de associar e comparar as coisas pela percepção de semelhanças e diferenças.
Anedotas
Ou popularmente “Piadas”, são contos que visam provocar jocosidade ou ridicularidade. São relatos sintéticos de uma aventura, cujas características principais se acham na sua comicidade ou inesperabilidade do desfecho.
Ex.: Voluntários, O recruta, etc. Em geral a Anedota pode ser classificada como: a de salão (fina) e a que não é de salão (apimentada). Dela se serviu Cornélio Pires para valorizar o caboclo brasileiro.
“Causos”
São episódios acontecidos com contadores de estórias enfeitadas pela fantasia, sobretudo as de caçadores e pescadores famosos pelas suas patranhas. Os tropeiros, os vaqueiros e os peões de fazenda são extraordinários contadores de “causos”, nos quais se misturam elementos míticos e lendários. Via de regra, são o personagem principal, outras vezes, porém, assistiram o episódio.
Ex.: O pescador que perdeu o relógio e o encontrou, anos depois, funcionando perfeitamente num galho de uma árvore.
Existem várias classificações dos contos populares. Uma das mais conhecidas é pelo método Aarne-Thompson, que os divide em três grandes grupos: Contos de animais, Estórias populares e Gracejos e anedotas. Preferimos, no entanto, adotar a classificação dada pelo folclorista Luís da Câmara Cascudo em seu Dicionário do folclore brasileiro, que é a seguinte:
Contos de encantamento
Estórias de fadas e duende, caracterizadas pelo sobrenatural e maravilhoso. São os Contos da Carochinha, Chapeuzinho Vermelho, Joãozinho e Maria, A Bela Adormecida, Branca de Neve, o Pequeno Polegar, Gata Borralheira, etc.
Contos de exemplo
São contos morais, sempre com ação doutrinária. Apresentam sempre casos edificantes.
Ex.: O filho do pescador, A menina vaidosa, O amor-perfeito, etc.
Contos de animais
São as fábulas, em que os animais são dados de qualidades, defeitos e sentimentos humanos. Ex.: O gavião e o urubu, A raposa e as uvas, O pulo do gato, etc.
Contos religiosos
Caracterizam-se pela presença ou interferência divina. Não se localiza, como a lenda.
Ex.: Jesus e os lavradores, Deus é bem bom, O chapéu do escrivão, etc.
Contos etiológicos
Explicam a origem de um aspecto, forma, hábito, disposição de um animal, vegetal.
Ex.: A maçarapeba ficou com a boca torta por ter zombado de Nossa Senhora; A festa no céu, que explica porque o casco do cágado é todo em pedaços; Os miosótis, que se tingiram com a cor dos olhos de Maria, Jesus e o tatu, etc.
Contos acumulativos
Também denominados “lengalenga”, são contos nos quais os episódios são sucessivamente encadeados, com ações e gestos que se articulam em longa seriação. São os “contos de nunca mais acabar”. Eles têm característica de uma longa parlenda, contada e recontada para divertir as crianças. Um exemplo é o que tem o título de “Papai comprou um cabrito por cinco mil réis”. Começa assim: Um cabrito, um cabrito que meu pai comprou por duas moedas. Conta depois, que veio o gato e comeu o cabrito, que veio o cão e mordeu o gato; assim até terminar e então diz: “Veio aquele que é santo e matou o anjo da morte, que matou o magarefe, que matou o boi, que bebeu a água, que apagou o fogo, que queimou o pau, que bateu no cão, que mordeu o gato, que comeu o cabrito”.
Neste estilo estão: A mosca na moça, O macaco e a espiga de trigo, Cadê o toicinho que estava aqui, etc.
Contos de adivinhação
Apresentam um enigma sob a forma de estória, resultante do processo de associar e comparar as coisas pela percepção de semelhanças e diferenças.
Anedotas
Ou popularmente “Piadas”, são contos que visam provocar jocosidade ou ridicularidade. São relatos sintéticos de uma aventura, cujas características principais se acham na sua comicidade ou inesperabilidade do desfecho.
Ex.: Voluntários, O recruta, etc. Em geral a Anedota pode ser classificada como: a de salão (fina) e a que não é de salão (apimentada). Dela se serviu Cornélio Pires para valorizar o caboclo brasileiro.
“Causos”
São episódios acontecidos com contadores de estórias enfeitadas pela fantasia, sobretudo as de caçadores e pescadores famosos pelas suas patranhas. Os tropeiros, os vaqueiros e os peões de fazenda são extraordinários contadores de “causos”, nos quais se misturam elementos míticos e lendários. Via de regra, são o personagem principal, outras vezes, porém, assistiram o episódio.
Ex.: O pescador que perdeu o relógio e o encontrou, anos depois, funcionando perfeitamente num galho de uma árvore.
Matheus
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