20 de agosto de 2008

Agosto - Mês agostiniano



O céu em agosto

Olá, turminha!
Estes quadro mostram o que estará visível no céu, agora no mês de agosto. Dêem uma olhadinha no quadro, já se preparando para nossa NOITE ASTRONÔMICA.
Beijos,
Pollyana.





Clique nas imagens para ampliá-las.
Disponível em:http://www.uranometrianova.pro.br/calenda/2008/08/fen0808.htm

As mascotes das Olimpíadas de Pequim



O ursinho Misha (Moscou/1980) foi provavelmente a mais famosa; o cãozinho Cobi (Barcelona/1992) também fez algum sucesso. Mas desde então as mascotes dos Jogos Olímpicos não têm gozado do mesmo prestígio. Izzy (Atlanta/1996), Millie, Ollie, Syd (Sydney/2000), Athená e Phévos (Atenas/2004) passaram batidos, sem despertar muito interesse junto à criançada. Agora, Pequim quer mudar essa história.

No país mais populoso do mundo, mascote olímpica é o que não falta: são cinco delas, Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini. O quinteto é conhecido como Fuwa, "bonecos da sorte". Cada mascote tem a cor de um dos anéis olímpicos (verde, vermelho, preto, amarelo e azul, simbolizando os cinco continentes) e representam animais da fauna chinesa e elementos da natureza. Os nomes, formados por sílabas repetidas, são de fácil assimilação pelas crianças, e ainda trazem "escondida" uma mensagem de boas-vindas. Pronunciando-se as sílabas em seqüência, Bei Jing Huan Ying Ni, tem-se “Bem-vindos a Pequim”.

Saiba um pouco mais sobre essa turminha:







19 de agosto de 2008

Agosto - Mês agostiniano


18 de agosto de 2008

Aspectos da cultura brasileira

O Brasil é muito rico em suas manisfestações culturais devido a influência do índio,do branco e do negro.



Esta herança cultural está registrada nos: folguedos(bumba-meu-boi, maracatu, folia de reis, reisado, cavalhada), na culinária (acarajé, pato ao tucupí, churrasco, baião de dois), nas danças (frevo, forró, baião, coco), lendas (Iara, Boto, Cobra Grande, Saci), artesanato (cerâmica, palha, plumagem), religião (candomblé, umbanda, catimbó).

Entre no site www.museudofolclore.com.br e clicke em acervo digital

Júlia Macholl Brant

Experimento

Duração: aproximadamente 30 minutos.


Objetivos

Proporcionar ao aluno condições de comparar a formação de fuligem durante a combustão da gasolina e do álcool e refletir sobre a contribuição de cada um como agente poluidor; discutir sobre as diversas fontes de energia e os problemas da queima incompleta dos combustíveis.

MATERIAS

  • 2 lamparinas
  • 1 pires de fundo branco
  • 30 mL gasolina
  • 30 mL álcool combustível
  • 1 caixa de fósforos

PROCEDIMENTO

  1. Coloque álcool combustível em uma das lamparinas até aproximadamente 2 cm de altura.
  2. Enxugue bem com um papel absorvente qualquer quantidade de álcool que possa ter escorrido para fora da lamparina ou sobre a bancada.
  3. Acenda com cuidado a lamparina que contém álcool e coloque um pires branco sobre a chama lamparina – a uma distância de mais ou menos 5 cm. Após cerca de 5 segundos observe o fundo do pires.
  4. Apague a lamparina e anote suas observações na tabela de resultados.
  5. Repita o mesmo procedimento utilizando a outra lamparina, agora com gasolina.



Julia Macholl Brant

Contos Populares

É um relato oral e tradicional de contornos verossímeis e também ocorrendo dentro do maravilhoso e do sobrenatural. Pode mencionar fatos possíveis, como também referir-se a animais dotados de qualidades humanas e episódios com abstração histórico-geográfica. O conto é de importância capital como expressão da psicologia coletiva no quadro da literatura oral de um país. As suas diversas modalidades, os processos de transmissão, adaptação, narração, os auxílios da mímica, entonação, o nível intelectual do auditório, sua recepção, reação e projeção, determinam o valor supremo como um dos mais expressivos índices intelectuais populares. O conto ainda documenta a sobrevivência, o registro de usos, costumes e fórmulas jurídicas esquecidas no tempo. A moral de uma época distante continua imóvel no conto que ouvimos nos nossos dias.

Existem várias classificações dos contos populares. Uma das mais conhecidas é pelo método Aarne-Thompson, que os divide em três grandes grupos: Contos de animais, Estórias populares e Gracejos e anedotas. Preferimos, no entanto, adotar a classificação dada pelo folclorista Luís da Câmara Cascudo em seu Dicionário do folclore brasileiro, que é a seguinte:

Contos de encantamento
Estórias de fadas e duende, caracterizadas pelo sobrenatural e maravilhoso. São os Contos da Carochinha, Chapeuzinho Vermelho, Joãozinho e Maria, A Bela Adormecida, Branca de Neve, o Pequeno Polegar, Gata Borralheira, etc.

Contos de exemplo
São contos morais, sempre com ação doutrinária. Apresentam sempre casos edificantes.
Ex.: O filho do pescador, A menina vaidosa, O amor-perfeito, etc.

Contos de animais
São as fábulas, em que os animais são dados de qualidades, defeitos e sentimentos humanos. Ex.: O gavião e o urubu, A raposa e as uvas, O pulo do gato, etc.

Contos religiosos
Caracterizam-se pela presença ou interferência divina. Não se localiza, como a lenda.
Ex.: Jesus e os lavradores, Deus é bem bom, O chapéu do escrivão, etc.

Contos etiológicos
Explicam a origem de um aspecto, forma, hábito, disposição de um animal, vegetal.
Ex.: A maçarapeba ficou com a boca torta por ter zombado de Nossa Senhora; A festa no céu, que explica porque o casco do cágado é todo em pedaços; Os miosótis, que se tingiram com a cor dos olhos de Maria, Jesus e o tatu, etc.

Contos acumulativos
Também denominados “lengalenga”, são contos nos quais os episódios são sucessivamente encadeados, com ações e gestos que se articulam em longa seriação. São os “contos de nunca mais acabar”. Eles têm característica de uma longa parlenda, contada e recontada para divertir as crianças. Um exemplo é o que tem o título de “Papai comprou um cabrito por cinco mil réis”. Começa assim: Um cabrito, um cabrito que meu pai comprou por duas moedas. Conta depois, que veio o gato e comeu o cabrito, que veio o cão e mordeu o gato; assim até terminar e então diz: “Veio aquele que é santo e matou o anjo da morte, que matou o magarefe, que matou o boi, que bebeu a água, que apagou o fogo, que queimou o pau, que bateu no cão, que mordeu o gato, que comeu o cabrito”.
Neste estilo estão: A mosca na moça, O macaco e a espiga de trigo, Cadê o toicinho que estava aqui, etc.

Contos de adivinhação
Apresentam um enigma sob a forma de estória, resultante do processo de associar e comparar as coisas pela percepção de semelhanças e diferenças.

Anedotas
Ou popularmente “Piadas”, são contos que visam provocar jocosidade ou ridicularidade. São relatos sintéticos de uma aventura, cujas características principais se acham na sua comicidade ou inesperabilidade do desfecho.
Ex.: Voluntários, O recruta, etc. Em geral a Anedota pode ser classificada como: a de salão (fina) e a que não é de salão (apimentada). Dela se serviu Cornélio Pires para valorizar o caboclo brasileiro.

“Causos”
São episódios acontecidos com contadores de estórias enfeitadas pela fantasia, sobretudo as de caçadores e pescadores famosos pelas suas patranhas. Os tropeiros, os vaqueiros e os peões de fazenda são extraordinários contadores de “causos”, nos quais se misturam elementos míticos e lendários. Via de regra, são o personagem principal, outras vezes, porém, assistiram o episódio.
Ex.: O pescador que perdeu o relógio e o encontrou, anos depois, funcionando perfeitamente num galho de uma árvore.

Matheus

17 de agosto de 2008

Eclipse parcial da lua

Olá, turminha!
Alguém aí deu uma espiadinha no eclipse parcial da lua ocorrido ontem? Se você é do grupo dos que nem sabiam que ocorreria tal fenômeno, procure ficar mais ligado às notícias. Mas não precisa ficar chateado, seguem algumas imagens desse belo acontecimento e procure não perder o próximo - o próximo, visível no Barsil, ocorrerá em 05 de agosto de 2009, ok?
Beijos,
Pollyana.

Antes de ver as imagens, que tal saber um pouco mais sobre esse fenômeno? Leia o texto que se segue.





Para saber mais!

O território que conhecemos hoje com o nome de Brasil foi povoado muito antes da chegada dos portugueses. Há milhares de anos, numa época chamada por alguns historiadores como pré-história, bandos de caçadores vieram da Ásia e chegaram à América perseguindo os rastros de grandes animais.



Acredita-se que os primeiros povoadores da América vieram da Ásia e atravessaram uma "ponte" de gelo que hoje são as águas do estreito de Bering, entre o Alasca e a Ásia.



Os primeiros povoadores viviam da caça e da coleta de frutos selvagens, moravam em cavernas ou em campos abertos e faziam instrumentos de pedra. Naquela época, o clima era muito frio e as camadas de gelo cobriam a superfície da Terra. Com o passar do tempo, o clima mudou e os grandes animais foram extintos.
Espalhando-se por toda a América esses homens desenvolveram culturas ricas e variadas.

Agosto - Mês agostiniano