3 de abril de 2008
???
Oi Polly sabe o Para Casa de Ciêcias que deixou no blogger?!Então você não entregou o caderno, amanhã entrega??
Maria Luiza
Maria Luiza
2 de abril de 2008
Fique ligado! Atividade da Semana - CIÊNCIAS - Para o dia 09.04.2008
Olá, turminha!
Vocês já devem ter visto que inseri algumas postagens no blog sobre a constituição do planeta Terra e sobre as movimentações que podem ocorrer na crosta terrestre. Pois bem, a primeira tarefa da semana será a esse respeito.
Leia, com atenção, as postagens "O Brasil está a salvo de terremotos?","Crosta terrestre: espaço em movimento", "Camadas da Terra" e "Terremotos" e faça o que se pede.

Fonte imagem: http://www.canalkids.com.br/cultura/geografia/vocesabia/cult_centrodaterra.htm
Copie as perguntas e responda às questões, no caderno de Ciências.
01. Cite quais são as camadas da Terra e escreva uma caracterisrica de cada uma delas
02. O que são terremotos?
03. Por que acontecem os terremotos?
04. Com base nos textos lidos, é correto afirmar que, no Brasil, não ocorrem terremotos? Comprove sua resposta, destacando trechos dos textos.
DATA DE ENTREGA: 09. 04. 2008
Vocês já devem ter visto que inseri algumas postagens no blog sobre a constituição do planeta Terra e sobre as movimentações que podem ocorrer na crosta terrestre. Pois bem, a primeira tarefa da semana será a esse respeito.
Leia, com atenção, as postagens "O Brasil está a salvo de terremotos?","Crosta terrestre: espaço em movimento", "Camadas da Terra" e "Terremotos" e faça o que se pede.

Fonte imagem: http://www.canalkids.com.br/cultura/geografia/vocesabia/cult_centrodaterra.htm
ATENÇÃO
Copie as perguntas e responda às questões, no caderno de Ciências.
01. Cite quais são as camadas da Terra e escreva uma caracterisrica de cada uma delas
02. O que são terremotos?
03. Por que acontecem os terremotos?
04. Com base nos textos lidos, é correto afirmar que, no Brasil, não ocorrem terremotos? Comprove sua resposta, destacando trechos dos textos.
DATA DE ENTREGA: 09. 04. 2008
Terremotos
Entenda os terremotos e como eles afetam o planeta
da Folha Online
Um terremoto é um tremor de terra que pode durar segundos ou minutos. Ele é provocado por movimentos na crosta terrestre, composta por enormes placas de rocha (as placas tectônicas). O tremor de terra ocasionado por esses movimentos é também chamado de "abalo sísmico".

Reuters - 21.set.2002
Equipe de resgate trabalha nos escombros de prédios derrubados durante terremoto em Chai-I, em Taiwan
Essas placas se movimentam lenta e continuamente sobre uma camada de rocha parcialmente derretida, ocasionando um contínuo processo de pressão e deformação nas grandes massas de rocha.
Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).
Alterações no relevo
Os movimentos convergente e divergente das placas provoca alterações no relevo. A cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de subducção.
No oeste da América do Sul, por exemplo, o afundamento da placa de Nazca sob a placa continental originou a cordilheira dos Andes.
Medição
Os sismógrafos são instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações dentro da Terra e do solo.
Eles são formados por um corpo pesado pendente a uma mola, que é presa a um braço de um suporte preso num leito de rocha. Se a crosta terrestre é abalada por um terremoto, o cilindro se move e o pêndulo, pela inércia, se mantém imóvel e registra em um papel fotográfico as vibrações do solo.
Os terremotos são classificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas.
A escala de Richter não tem limite máximo. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros.
Há também a escala Mercalli, menos usada, com valores que vão de zero a 12 pontos. Menos precisa, a escala classifica os terremotos de acordo com o seu efeito sobre construções e estruturas.
Escala Richter
A famosa escala Richter foi desenvolvida em 1935 pelo pelo cientista americano Charles Francis Richter. A quantidade de energia liberada por um abalo sísmico, ou sua magnitude, é medida pela amplitude das ondas emitidas segundo o parâmetro da escala de Richter, que vai de zero a 9 pontos. De acordo com essa escala, os abalos podem ser classificados:

Escala de Mercalli
da Folha Online
Um terremoto é um tremor de terra que pode durar segundos ou minutos. Ele é provocado por movimentos na crosta terrestre, composta por enormes placas de rocha (as placas tectônicas). O tremor de terra ocasionado por esses movimentos é também chamado de "abalo sísmico".

Reuters - 21.set.2002
Equipe de resgate trabalha nos escombros de prédios derrubados durante terremoto em Chai-I, em Taiwan
Essas placas se movimentam lenta e continuamente sobre uma camada de rocha parcialmente derretida, ocasionando um contínuo processo de pressão e deformação nas grandes massas de rocha.
Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).
Alterações no relevo
Os movimentos convergente e divergente das placas provoca alterações no relevo. A cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de subducção.
No oeste da América do Sul, por exemplo, o afundamento da placa de Nazca sob a placa continental originou a cordilheira dos Andes.
Medição
Os sismógrafos são instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações dentro da Terra e do solo.
Eles são formados por um corpo pesado pendente a uma mola, que é presa a um braço de um suporte preso num leito de rocha. Se a crosta terrestre é abalada por um terremoto, o cilindro se move e o pêndulo, pela inércia, se mantém imóvel e registra em um papel fotográfico as vibrações do solo.
Os terremotos são classificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas.
A escala de Richter não tem limite máximo. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros.
Há também a escala Mercalli, menos usada, com valores que vão de zero a 12 pontos. Menos precisa, a escala classifica os terremotos de acordo com o seu efeito sobre construções e estruturas.
Escala Richter
A famosa escala Richter foi desenvolvida em 1935 pelo pelo cientista americano Charles Francis Richter. A quantidade de energia liberada por um abalo sísmico, ou sua magnitude, é medida pela amplitude das ondas emitidas segundo o parâmetro da escala de Richter, que vai de zero a 9 pontos. De acordo com essa escala, os abalos podem ser classificados:

Escala de Mercalli
Camadas da Terra
A terra apresenta três camadas: crosta, manto e núcleo.
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Crosta – É uma camada fina que cobre o planeta, composta de basalto, nos oceanos, e de granito, nos continentes. A vida se desenvolve na superfície dessa camada.
Manto – É uma camada constituída por minerais ricos em silício, ferro e magnésio.
Núcleo – É a camada mais profunda, é provavelmente constituída de minério de ferro e um pouco de níquel. Sua temperatura e pressão são altíssimas, 5.000ºC, apresenta um diâmetro médio de 6.500 quilômetros.
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Crosta – É uma camada fina que cobre o planeta, composta de basalto, nos oceanos, e de granito, nos continentes. A vida se desenvolve na superfície dessa camada.
Manto – É uma camada constituída por minerais ricos em silício, ferro e magnésio.
Núcleo – É a camada mais profunda, é provavelmente constituída de minério de ferro e um pouco de níquel. Sua temperatura e pressão são altíssimas, 5.000ºC, apresenta um diâmetro médio de 6.500 quilômetros.
Crosta terrestre: espaço em movimento
Sismos não são as únicas manifestações da crosta terrestre
Márcio Masatoshi Kondo*
Especial para a Folha de S.Paulo
Imóvel, imutável. É assim que muitos imaginam a crosta terrestre. Nada está mais longe da verdade do que a idéia de uma crosta estável, pois a superfície da Terra está em constante atividade e as erupções vulcânicas e os sismos não são suas únicas manifestações.
Estudando o planeta, descobrimos que, comparando a Terra a um ovo, sua crosta está mais para aquela frágil membrana que se encontra entre a casca e a clara do que para a sua casca. Tal qual uma caixa craniana, a crosta terrestre é formada por um conjunto de placas unidas (não é, portanto, uma estrutura uniforme). Essas placas são de dois tipos, continental e oceânica, sendo esta última bastante delgada.
A intensa atividade do manto (magma) é capaz de romper e deslocar as placas da crosta a uma velocidade de 1 cm ao ano, lenta demais para a nossa percepção, tanto que, os atuais continentes começaram a ser definidos nos últimos 200 milhões de anos a partir da fragmentação de uma massa continental (pangéia). Como as placas oceânicas, que foram criadas nas áreas de separação continental, estão em expansão contínua, os continentes se afastam e "atropelam" as placas oceânicas mais antigas, numa constante renovação dos assoalhos oceânicos.
Sabendo que o oceano Atlântico se expande a partir da Dorsal Mesoatlântica (margem construtiva), as regiões banhadas por ele possuem atividade sísmica e vulcânica baixa. Por isso o Brasil está relativamente livre dessas manifestações.
Por outro lado, o oceano Pacífico tem suas margens pressionadas pelo oeste da América e pelo leste da Ásia, definindo uma faixa, o Cinturão de Fogo Circumpacífico (margem destrutiva), com fossas submarinas, ilhas vulcânicas e intensa atividade tectônica (sismos e vulcanismo).
Nos pontos em que as placas continentais colidem, suas rochas são comprimidas, dobradas e acabam formando montanhas. As mais altas possuem idade inferior a 65 milhões de anos e resultam da colisão entre as placas continental e oceânica (cordilheira dos Andes e Montanhas Rochosas) e da colisão entre placas continentais (Himalaia, Alpes, Atlas e Cárpatos).
*Márcio Masatoshi Kondo é professor da Cia. de Ética, do Objetivo, Icec-Universitário, do Colégio Móbile e do CLQ-Objetivo
Disponível em: http://vestibular.uol.com.br/ultnot/resumos/ult2762u18.jhtm
Márcio Masatoshi Kondo*
Especial para a Folha de S.Paulo
Imóvel, imutável. É assim que muitos imaginam a crosta terrestre. Nada está mais longe da verdade do que a idéia de uma crosta estável, pois a superfície da Terra está em constante atividade e as erupções vulcânicas e os sismos não são suas únicas manifestações.
Estudando o planeta, descobrimos que, comparando a Terra a um ovo, sua crosta está mais para aquela frágil membrana que se encontra entre a casca e a clara do que para a sua casca. Tal qual uma caixa craniana, a crosta terrestre é formada por um conjunto de placas unidas (não é, portanto, uma estrutura uniforme). Essas placas são de dois tipos, continental e oceânica, sendo esta última bastante delgada.
A intensa atividade do manto (magma) é capaz de romper e deslocar as placas da crosta a uma velocidade de 1 cm ao ano, lenta demais para a nossa percepção, tanto que, os atuais continentes começaram a ser definidos nos últimos 200 milhões de anos a partir da fragmentação de uma massa continental (pangéia). Como as placas oceânicas, que foram criadas nas áreas de separação continental, estão em expansão contínua, os continentes se afastam e "atropelam" as placas oceânicas mais antigas, numa constante renovação dos assoalhos oceânicos.
Sabendo que o oceano Atlântico se expande a partir da Dorsal Mesoatlântica (margem construtiva), as regiões banhadas por ele possuem atividade sísmica e vulcânica baixa. Por isso o Brasil está relativamente livre dessas manifestações.
Por outro lado, o oceano Pacífico tem suas margens pressionadas pelo oeste da América e pelo leste da Ásia, definindo uma faixa, o Cinturão de Fogo Circumpacífico (margem destrutiva), com fossas submarinas, ilhas vulcânicas e intensa atividade tectônica (sismos e vulcanismo).
Nos pontos em que as placas continentais colidem, suas rochas são comprimidas, dobradas e acabam formando montanhas. As mais altas possuem idade inferior a 65 milhões de anos e resultam da colisão entre as placas continental e oceânica (cordilheira dos Andes e Montanhas Rochosas) e da colisão entre placas continentais (Himalaia, Alpes, Atlas e Cárpatos).
*Márcio Masatoshi Kondo é professor da Cia. de Ética, do Objetivo, Icec-Universitário, do Colégio Móbile e do CLQ-Objetivo
Disponível em: http://vestibular.uol.com.br/ultnot/resumos/ult2762u18.jhtm
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