2 de abril de 2008

O Brasil está a salvo de terremotos?

Brasil não está a salvo de terremotos Geomorfólogo elabora mapa que aponta áreas de risco de abalos no território nacional


O público leigo, de forma geral, aceita a idéia de que o território brasileiro está a salvo de terremotos. No meio científico, porém, há relatos de abalos sísmicos no Brasil desde o início do século 20. Uma pesquisa recente sobre o tema contribui para diminuir o fosso entre o senso comum e a realidade científica: uma equipe coordenada pelo geomorfólogo Allaoua Saadi, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, elaborou o Mapa neotectônico do Brasil e identificou a existência de 48 falhas-mestras no território nacional. "É justamente ao longo do traçado dessas falhas que se concentram as ocorrências de terremotos", explica Saadi.


O Mapa neotectônico do Brasil identifica as falhas existentes no território nacional (clique na imagem para ampliar e acompanhar a legenda)




As regiões que apresentam o maior número de falhas são Sudeste e Nordeste, seguidas por Norte e Centro-Oeste e, por último, Sul. O levantamento foi feito a partir da análise de mapas topográficos e geológicos, imagens de satélite e radar, pesquisa de campo em várias regiões e consulta a dados bibliográficos e pesquisadores de todo o país. "Identificamos as falhas mestras, mas ainda existem muitas outras pequenas", afirma Saadi.



Representação esquemática dos diferentes tipos de falhas (rachaduras que recortam a crosta terrestre)


Terremotos constituem uma resposta a rupturas da crosta terrestre provocadas pelo deslocamento dos blocos (subdivisões das placas tectônicas) ao longo de uma falha. As rochas comportam-se como corpos elásticos, deformando-se e acumulando energia proveniente do contato e do movimento entre os blocos. "No momento da ruptura, a energia 'represada' durante o período de acumulação do stress anterior é liberada de uma só vez ou em episódios mais ou menos próximos", esclarece Saadi.
Os grandes abalos ocorrem principalmente na região de encontro entre as placas, onde se localizam as falhas maiores de escala continental. O globo terrestre é constituído por doze placas e o território brasileiro está totalmente situado no interior da Placa Sul-Americana -- daí a idéia de que não haveria tremores de terra no país. No Brasil, os terremotos intraplacas, onde o tamanho das falhas tem dimensões variadas, costumam ser mais brandos e dificilmente atingem mais de 4,5 graus de magnitude. Porém, ainda precisam ser mais estudados. No início do século 20 um terremoto de grandes proporções -- 8 graus -- ocorreu na costa leste dos Estados Unidos, região de atividade sísmica semelhante à do Brasil.



Danos nas áreas urbana e rural de João Câmara (RN) ocasionados por tremor de terra em 30/11/86 (fotos: Observatório Sismológico/UnB)


"Comparados aos da região andina, situada exatamente na fronteira entre a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana, os abalos sísmicos brasileiros são menos freqüentes e intensos", explica Saadi. Eles não devem, no entanto, ser desprezados. Há registros no Brasil de terremotos com magnitude acima de 5 graus. Em 1986 a cidade de João Câmara (RN) foi palco de vários tremores que chegaram a destruir e danificar cerca de 4000 casas.
"A diferença entre os abalos depende dos contextos locais, continentais e global", explica Saadi. Os sismólogos de todo o mundo precisam, portanto, manter intercâmbio constante. O mapa de Saadi integra o Programa Internacional da Litosfera, projeto de pesquisa mundial com o objetivo de levantar as estruturas tectônicas em atividade no planeta e prever catástrofes. O máximo que pode ser feito, no entanto, é indicar os possíveis locais sujeitos a abalos. "É impossível determinar com precisão quando e com que intensidade os terremotos podem ocorrer", explica Saadi.

Denis Weisz Kuck
Ciência Hoje on-line
06/11/02


Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/2724
Acessado em 02.04.2008

Polly

Oi Polly eu achei o máximo o experimento do barco e também a aula de Ciêcias sobre os objetos que boiavam e os que não, essa foi a aula dos sonhos,viu?!!!


Maria Luiza

1 de abril de 2008

Ao Gabriel - e demais interessados

Olá, Gabriel!
Vou contar-lhe o modo que, até o momento, achei o mais fácil para inserir um vídeo.

01. Encontre - no caso, no You Tube -, o vídeo que você quer.

02. Observe, no quadro ao lado da tela de exibição do vídeo, onde está escrito INCORPORAR ou EMBED.



03. Selecione e copie o texto que está no INCORPORAR ou EMBED.

04. Abra a página de postagem - sob o modo EDITAR EM HTML - e cole o conteúdo copiado no passo 03.



05. Em seguida, clique em publicar postagem e, EUREKA!, lá estará o seu vídeo desejado.

Gabriel, faça uma tentativa e veja se dará tudo certo. Em caso de dúvida, já sabe o que fazer: entre em contato.

Abraços.
Atenciosamente,
Pollyana.

Utilidade Pública

Olá, turminha!

Recebi um e-mail do pai do Luiz Felipe, com uma sugestão muito bacana de armadilha para pegar o mosquito da dengue.



A invenção é do professor Maulori Cabral, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que ensina como fazer.

Assistam a uma entrevista do professor Maulori Cabral, exibida no programa Bom Dia Rio, no dia 12.03.2008 e, em seguida, leiam o passo-a-passo para se fazer a armadilha.

Desde já, deixo aqui nossos agradecimentos - meus e seus - ao pai do Luiz, pela colaboração. Valeu, Luiz Carlos e, sempre que puder, contribua conosco.



Para construir uma Mosquitoeira genérica (mosquitérica) é muito simples. O segredo é a motivação para executar as 10 etapas apresentadas a seguir:

1. Junte os seguintes materiais: uma garafa pet de 1,5 ou dois litros; uma tesoura; uma lixa de madeira nº 180; um rolo de fita isolante preta; um pedaço (7 x 7 cm) de tecido chamado micro tule, também conhecido como véu-de-noiva; quatro grãos de alpiste ou uma pelota de ração felina;


2. Tire a tampa da garrafa e, com um jeitinho especial, remova o anel do lacre. Este será usado como componente da sua mosquitérica;


3. Dobre o pedaço de tule e cubra a boca da garrafa. Use o anel do lacre como presilha. Esta fase exige o jeitinho especial, pois é necessário forçar a presilha para alcançar, pelo menos, a segunda volta da rosca. Para melhorar o visual, você pode aparar o excedente da malha que ficou aparecendo;


4. A próxima etapa é cortar a garrafa em duas partes. Antes de iniciar o corte, amasse a garrafa até obter uma dobra. Com o plástico dobrado fica mais fácil cortá-lo. Agora, use esse corte como furo para posicionar a tesoura e cortar o restante da garrafa; Uma das partes vai servir de copo e a outra, como um funil, será a tampa;


5. Agora você vai lixar toda a superfície da tampa, que corresponde à face interna da boca do funil, até torná-la completamente áspera e fosca. Essa peça constituirá a tampa da mosquitérica;


6. Para estabelecer a altura ideal do nível da água na mosquitérica e preciso encaixar a tampa, com o bico para baixo, dentro do copo. Identifique, de cima para baixo, o intervalo de altura que vai da boca do copo até o fundo fosco da tampa. O ponto médio desse intervalo deve ser considerado como a altura do nível da água na sua mosquitérica. Marque esse nível com um pedaço de fita isolante, bem fino, como se fosse uma linha, colada pelo lado de fora do copo. Essa marca também delimitará o espaço de ar que ficará acima da água, entre as duas peças da mosquitérica, como você viu nas fotos da Mosquitoeira;


7. Chegou a hora de começar a montagem da mosquitérica: encher a parte do copo com água até o nível; colocar o alimento (quatro sementes de alpiste trituradas ou a pelota de ração felina) dentro d’água; posicionar a tampa, de maneira simétrica, com o bico para baixo.


8. Use a fita isolante para fixar as duas peças da mosquitérica e, ao mesmo tempo, vedar o espaço entre a borda do copo e a face externa da tampa;


9. Coloque a armadilha em local fresco e sombreado. Após uma semana, verifique a altura da coluna de água. Se estiver abaixo do nível, complete-a. Com o nível da água mais alto, os ovos que foram depositados na superfície áspera da tampa ficarão dentro d’água e, em poucos dias, será possível visualizar larvas de mosquitos nadando na mosquitérica. De agora em diante, observe-a todos os dias, acrescentando água à medida que esta for evaporando. As larvas se alimentarão dos micróbios presentes na água, que são alimentados pelos grãos ou sementes adicionados. As larvas eclodem do ovo, no estágio 1 e crescerão passando pelos estágios 2, 3 e 4, até se transformarem em pupas. Estas, por metamorfose, se transformarão na forma alada de mosquito.


10. Você pode saber se as larvas que apareceram são da espécie Aedes aegypti. Use o foco de luz de uma lanterna. Se as larvas fugirem da luminosidade, ou seja, se demonstrarem o fotatactismo negativo, são Aedes aegypti. Então, você pode ter certeza, tem alguém na redondeza criando esses “bichinhos”, como animais de estimação (mascote).

31 de março de 2008

duvida

Polly queria saber como se poe videos no blog ,pois eu tenho um.


Gabriel

duvida

Poly,
E para levar o barco hoje?
Ana Carolina.

30 de março de 2008

O.o

Polly eu faltei aula quinta e sexta porque eu estava passando muito mal ok?






BJS:Júlia Macholl Brant

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Obrigada Polly

29 de março de 2008

Para Maria Luiza e outros

Olá, Maria Luiza!
Tudo bem? Espero que esteja aproveitando bem o seu fim-de-semana.
Quanto à sua pergunta, penso que fica melhor você fazer uma introdução em sua resposta e, em seguida, você lista os lugares que tiver identificado, tudo bem?
Em caso de mais dúvidas, é só perguntar.
Beijos,
Pollyana.

Oi..

Oi Polly tudo bem com você??
O Para Casa de Geografia é para fazê-lo em forma de texto ou listando
Obrigada
Maria Luiza